Processos seletivos

Posted on outubro 29, 2009

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processo_seletivo_logoHá muito que se convencionou chamar o conhecido QI, de “quociente intelectual” como relativo a “quem indica”, significando que, para conseguir dada oportunidade (de trabalho, principalmente), seja necessário uma indicação “forte”. Assim, pessoas que não a tem, em muitos casos, dificilmente farão parte do corpo de funcionários da maioria das empresas.
Neste sentido, boa parte das organizações conta em seu quadro de funcionários (ou colaboradores) com muitas pessoas “indicadas” e poucas realmente “competentes”, o que não significa necessariamente dizer que aquele que tenha sido indicado não tenha competência para dada função. Porém, toda vez que uma empresa se limita a aceitar ou mesmo solicitar indicações, deixa de selecionar pessoas verdadeiramente capazes, comprometendo seu rendimento e sua atuação no mercado.
Muitas empresas, em contraponto, têm procurado meios de seleção mais justos e criteriosos, proporcionando que os interessados possam realmente concorrer, e o resultado tem apontado para a seleção daquele profissional cujas aptidões e capacidades sejam mais próximas às requeridas pela organização. Assim, divulgam a vaga em, ao menos, um jornal de grande circulação, proporcionando a publicidade do processo e utilizam critérios de seleção (dinâmicas de grupo, testes de realização, provas e entrevistas, dentre outros), até chegar ao resultado final.
Para ser reconhecida no mercado e mais que isso, manter-se com destaque entre seus concorrentes, uma empresa não pode contar com admissões impensadas ou mal elaboradas; antes de tudo, é preciso contar com pessoas habilidosas e capazes de desempenhar suas tarefas. Também o nepotismo e os favorecimentos terão de necessariamente ceder lugar à ética, à igualdade de oportunidades e à justiça da seleção. E isto é uma questão de escolha!

Júlia Cristiane Schultz-Pereira

Jornal Diário Catarinense
Florianópolis – Santa Catarina
Edição de n. 7789 de 08.08.2007

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